terça-feira, 12 de março de 2013

Aluno agride professora em sala de aula

Fonte: http://www.tvrevolta.com.br/2012/09/revolta-especial-aluno-bate-em.html postado em 20/09/2012.

Aluno e professora trocam agressões em sala de aula no Boqueirão

Por causa de uma discordância em relação a notas de um trabalho escolar, um aluno de 15 anos e sua professora de Inglês protagonizaram uma briga dentro da sala de aula. O fato aconteceu em uma classe do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Santa Cecília, em Santos.

O fato veio à tona porque toda a agressão foi gravada por alguém na classe e as cenas foram parar na internet. 

A briga entre professora e aluno atinge tal ponto que o adolescente chega a ficar sem camisa, e outros alunos são obrigados a separá-los. Ainda no chão, a professora segura uma perna do adolescente que, nesse momento, está em pé, quase em cima dela.



Versão

O adolescente conversou com A Tribuna. T. alega ter sido agredido. Afirma que errou ao pegar o diário, mas julga que a professora não poderia ter agido com violência.

“A professora começou a gritar com todo mundo. A tirar ponto de quem fez a lição e de quem não fez. Eu era uma das pessoas que tinham feito, mas ela tirou um ponto meu e eu fui tirar satisfação com ela, e, nisso, ela começou a dar chiliques. Aí, eu peguei o diário em que estavam marcadas as notas”, conta o adolescente.

Ainda segundo o aluno, foi naquele momento que a professora de Inglês foi para cima dele. “Ela me unhou e me deu um golpe de judô”.

De acordo com a mãe do garoto, o aluno nunca teve problemas com professores, a não ser “problemas normais da idade. Briguinhas com colegas, essas coisas”.
De acordo com o advogado da família do adolescente, Cláudio Augusto, o garoto está abalado, e estão sendo estudadas as possibilidades de se ingressar com um processo contra a escola e, também, contra a professora.

Colégio

O Colégio Santa Cecília foi procurado e, por meio de nota, o Departamento Jurídico da instituição respondeu que, “sempre comprometida em agir com justiça, a escola abriu procedimento disciplinar interno para apurar as responsabilidades, garantindo aos envolvidos o sagrado direito de exercício do contraditório e da ampla defesa. Após apresentação das manifestações, a escola decidirá sobre as eventuais penalidades a serem aplicadas. Cautelarmente, os envolvidos estão afastados, aguardando o resultado da apuração. Conhecemos a trajetória e o comportamento da professora, que sempre mereceu nosso respeito, e o histórico do aluno, assim como as versões dos que estavam presentes. Estamos cientes das ações educativas e da posição do Conselho de Classe e, tranquilos quanto à apuração da verdade, certos de que a justiça será feita”.

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