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| Créditos: internet |
Brasília – O Tribunal
de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) declarou que a greve dos
professores é abusiva. O desembargador José Divino, da 2ª Câmara Cível,
determinou que 80% dos professores do Distrito Federal voltem às salas de aula.
Agora, caso o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) não
cumpra a ordem, estará sujeito ao pagamento de multa no valor de R$ 45 mil por
dia de paralisação.
A diretora da Secretaria de
Imprensa do Sinpro-DF, Rosilene Correa, disse à Agência Brasil que, apesar de a
greve ser considerada abusiva, não é ilegal, e que o sindicato vai recorrer à
determinação da percentagem de professores que devem voltar às salas de aula.
De acordo com ela, a categoria cumpriu todas as determinações antes de iniciar
a greve, e 30% dos professores estão trabalhando.
Os professores reivindicam o
cumprimento de acordo firmado em 2011 com o governador Agnelo Queiroz. Eles
exigem equiparação média salarial com outras carreiras de nível superior,
contratação de profissionais aprovados no último concurso da Secretaria de
Educação e implantação do plano de saúde. De acordo com o sindicato, a greve
será mantida até que governo do Distrito Federal (GDF) apresente contraproposta
às reivindicações da categoria.
Ontem
(19), durante uma assembleia na Praça do Buriti, os professores recusaram
proposta do GDF por considerá-la insuficiente. Uma nova assembleia está marcada
para a próxima terça-feira (24). A paralisação já dura 40 dias.
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