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| Fonte: internet |
A diretora da APLB Marilene Betrus declarou que “nós não recebemos nenhuma notificação, soubemos pela imprensa. Quando a APLB for notificada vamos reunir o comando para fazer uma avaliação”, explicou a sindicalista . Ela justifica: “a greve foi deliberada em assembleia e só pode ser decidido o fim em outra assembleia que já estava marcada para a próxima quinta-feira”, informou.
Na quarta-feira já está agendado também um ato, às 9 horas, da categoria em frente à Governadoria no Centro Administrativo da Bahia (CAB) para pressionar o governo que já está “com o documento da reivindicações na mão e diga como vai cumprir”, afirmou a diretora.
Ao invés de aplicar sobre o salário base, que é R$ 1. 197,98, a partir de janeiro, o percentual de 22.22%, que resultaria num salário base de R$ 1.451,00, o governo fez outra opção que vai prejudicar milhares de professores primários, de licenciatura curta e não-licenciados, ativos e aposentados.
A categoria entende que conquistas históricas, desde a época da ditadura militar, conseguidas a custa de muito suor, sangue e até mortes, tais como: regência de classe, adicional por tempo de serviço, avanço horizontal, incentivo à qualificação e aperfeiçoamento profissional e atividade complementar (AC) serão extintas da remuneração desses professores e transformadas em subsídio, cujo valor total será R$ 1.659,70.
Com esse valor, o governo afirma que pagará acima do piso, mas na realidade os professores não terão nenhum reajuste e ainda perderão vantagens e dinheiro, acabando a carreira e penalizando os professores que têm licenciatura plena, especialização, mestrado e doutorado.
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