Após greve da PM, agora professores param na Bahia
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| Crédito: internet |
A categoria cruzou os braços no último dia 11. Os manifestantes reivindicam reajuste de 22,22% e pressionam deputados a não aprovar projeto do governo que acaba com benefícios de professores com nível médio.
O APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia) diz que cerca de 500 professores estão acampados no local. A Assembleia estima em cem o número de manifestantes no salão que fica ao lado do plenário. Amanhã (19), eles farão uma assembleia para definir os rumos do movimento.
O ato na Assembleia é pacífico. Hoje não houve sessão na Casa, mas o motivo foi falta de quórum. Os professores pretendem passar a noite no local.
Antes de seguir para a Assembleia, os grevistas fizeram manifestação em frente ao prédio da Governadoria.
Na última sexta-feira (13), a Justiça concedeu liminar determinando o fim imediato da greve sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Na terça-feira (17), o sindicato recorreu da decisão.
O APLB diz que a adesão à greve é de 80% em todo o Estado. Eles afirmam que cerca de 800 mil alunos estão sem aulas.
SANTA CATARINA
Os professores da rede estadual de Santa Catarina rejeitaram proposta de reajuste apresentada pelo governo e decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (21).
O Estado aplicou o piso nacional do magistério, reduzindo a diferença entre os valores pagos para cada nível de titulação.
Por isso, quer reajustar os salários de 30% a 75% de acordo a categoria do professor, o que representa um impacto de R$ 900 milhões na folha de pagamento.
Pela proposta do governo, a correção será parcelada em cinco vezes, até dezembro de 2013, o que desagrada a categoria. A Secretaria de Educação diz que não há dinheiro suficiente para pagar tudo de uma só vez.
A rede estadual de ensino tem hoje cerca de 42 mil professores na ativa e 24 mil aposentados. Aproximadamente 700 mil alunos são atendidos pelo Estado.
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